Sexta-feira, Maio 21, 2004

Me achegando devagar

Oi, comadre. Vou aqui, me achegando devagar, pois desde antes de ontem a dor nos quartos está de matar.

Quanto a esses homens, sei não... Se ocê se arrefere à homem como a espécie do animal, bicho humano, vá lá... Por que cê sabe, né? Não interessa o que o bicho homem tem entre as pernas, seja piru ou xibiu, pois quando dá de ser ruim, vade retro! São ruins como cobra venenosa e aranha caranguejeira. Bastou conseguirem um naco suculento que eles não largam e querem mais.
Tem umas éguas e jumentos que parecem que usam antolhos, não por obrigação mas por gosto, pois só assim se privam de ver o que os outros sofrem e podem comer e beber seu banquete sem culpa e pedir mais e mais e mais.

Mas tô enfastiada hoje e deixo a prosa pra mais tarde. Vou tomar o meu passiflora porque já estou sentindo a face rosar de tanta raiva e impotência dos desmandos dessa gente...

Até mais logo, comadre. Dê um beijo em Genaro, Aceu e Fulô.